Inteligência Artificial é mocinha ou vilã: será que isso importa realmente?

A Inteligência Artificial, ou simplesmente IA, ganhou maior notoriedade e desenvolvimento na década de 1950, logo após a Segunda Guerra Mundial. Nos últimos anos ganhou os holofotes como um dos personagens centrais da era digital.

Com atuação em diversos campos do conhecimento, suas contribuições impactaram áreas importantes da tecnologia. Cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, das casas e empresas no mundo inteiro, divide opiniões sobre sua aplicabilidade.

Neste post, com tantas possibilidades geradas a partir da IA, trazemos uma discussão sobre o uso responsável e eficiente desse conceito. Continue lendo e veja a importância de focar nos pontos positivos e concentrar as ações no que realmente importa em nível de mercado!

O que é a Inteligência Artificial?

A IA tem uma conceituação ampla, traduzida como um campo de estudo com abordagem interdisciplinar, envolvendo áreas como Ciência da Computação, Machine Learning, Matemática, Linguística Computacional, Estatística, Ciência Cognitiva, Neurociência Computacional e mais.

Com isso, a aplicação permitiu o desenvolvimento de soluções, sistemas e algoritmos com capacidade de realizar atividades e tarefas similares às de um ser humano. Entre elas estão aprendizado, raciocínio, tomada de decisão, reconhecimento de voz e imagem, resolução de problemas e outros.

Por que a IA tem gerado sentimentos de amor e medo?

Grosso modo, vemos a Inteligência Artificial aplicada nos assistentes de voz, nas redes sociais, nos mecanismos de buscas, nos carros autônomos e no reconhecimento facial, porém, sua presença é garantida em muitos cenários que nem percebemos.

Da comunicação e marketing à medicina e saúde, passando pela indústria, além da educação e aprendizagem, a IA exerce grande influência nesse novo mundo. Tanto, que passou a gerar desconforto e questionamentos sobre a substituição da mão de obra humana pelos recursos que permitem uma imitação muito próxima.

Muitos se perguntam se a Inteligência Artificial tem o poder de acabar com a humanidade e com a interação emocional e afetiva das relações. Por isso, entre benefícios e malefícios, as discussões dizem mais sobre o comportamento do homem por trás da IA do que o que ela pode fazer de ruim para uma sociedade 5.0.

Afinal, os avanços tecnológicos são fruto do conjunto e atuação de várias inteligências humanas que deram às máquinas habilidades inimagináveis. Os especialistas ainda não conseguem afirmar sobre como a IA será usada no futuro, mas entendem que o maior risco ainda é o homem.

Em uma mistura de ficção e realidade, as especulações apontam para um domínio sobrenatural e independência da Inteligência Artificial. Por outro lado, acredita-se que ela seja totalmente dependente do ser humano e que, por isso, não conseguirá atuar sozinha.

São capítulos para acompanhar passo a passo, mas não sem observar o que pode ser feito dentro das áreas responsáveis pela programação e desenvolvimento de sistemas.

Qual o papel dos profissionais nesse cenário dominado pela Inteligência Artificial?

Tudo o que é feito para a utilização em massa e que contém elementos de melhorias, cedo ou tarde, será pauta de questionamentos. Assim, em meio às novidades como o ChatGPT, que alarmou boa parte do mundo sugerindo a ameaça de aniquilar muitas carreiras, com a IA não será diferente.

A pergunta é: até que ponto os profissionais devem mesmo se preocupar em saber se estão lidando com a vilã ou com a mocinha? Talvez seja mais importante encontrar equilíbrio entre as falácias e suposições e o que, de fato, precisa ser realizado para atender às necessidades do mercado.

O agente humano dos bastidores desempenha uma função de extrema responsabilidade, que é determinar até que ponto o sistema deve ser habitado pela IA.

É possível manter a humanização do atendimento, por exemplo, sem abrir mão dos recursos automatizados, desde que os profissionais estejam comprometidos a manter a essência do negócio.

Há limites para a utilização da Inteligência Artificial?

Mais do que usar recursos e ferramentas na criação de soluções inteligentes, é preciso compreender onde começam e terminam os limites de aplicações como a IA. Sabemos que as IAs vieram para ficar, no entanto, nem todos sabem como usá-la com eficiência e em benefício da empresa.

Por isso, os profissionais precisam se organizar, traçar estratégias, avaliar o cenário macro e discutir ações micro. Só assim será possível identificar as melhorias e diferenciais sem avançar passos que, depois, terão de ser recuados em grande escala.

É primordial ter profissionais de TI capacitados, atualizados e antenados sobre o que acontece no Brasil e no mundo. A tecnologia muda todos os dias e demanda um olhar atento sobre testes, novidades e resultados.

Um time competente e bem alinhado vai conseguir levantar os problemas e, mais do que isso, apresentar soluções em tempo hábil. A Inteligência Artificial depende do intelecto humano para funcionar e dificilmente esse será um panorama diferente nos próximos anos.

O que importa, de verdade, é focar nas exigências do mercado, no comportamento do consumidor e no perfil do público-alvo. Uma análise profunda dessas camadas levará a respostas mais eficazes do que as diversas publicações espalhadas pela internet que, no fundo, respondem pouco.

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